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PUBLIC MARKS from tadeufilippini with tag arte

2010

Cinemark Brasil

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS 3D ATORES: Johnny Depp, Anne Hathaway, Michael Sheen, Alan Rickman, Mia Wasikowska, Helena Bonham Carter DIREÇÃO: Tim Burton GÊNERO: Aventura DURAÇÃO: 111 min. DISTRIBUIDORA: Buena Vista CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 10 Anos TRAILER: clique aqui Alice, aos 17 anos, descobre que será pedida em casamento. Ela então foge, seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou há dez anos mas não se lembrava. Lá conhece personagens como o Gato Risonho, toma chá com a Lebre Maluca e o Chapeleiro Louco e participa de um jogo de cricket com a Rainha de Copas.

Cinemark Brasil

Alice No País Das Maravilhas 3... Alice No País Das Maravilhas Chico Xavier Caçador de Recompensa Uma Noite Fora de Série

O Livreiro (olivreiro) on Twitter

* Name O Livreiro * Location Brasil * Web http://www.olivre... * Bio A rede social para quem gosta de ler. 2,686 Following 5,145 Followers 350 Listed olivreiro

Casa de Barro (casa_de_barro) on Twitter

* Name Casa de Barro * Location Brasil * Web http://casadebarr... * Bio A cultura é uma ferramenta indispensável para a formação de qualquer cidadão. casa_de_barro 64 Following 44 Followers 4 Listed * 49

2009

::: Teatro de Narradores :::

(via)
Pílades, no olho da tragédia Dias 20 e 21/07, segunda e terça, às 21h. Gratuito. Pílades foi escrita em 1966 e encenada pela primeira vez em 1969. Em cena, interrogações sobre o papel do intelectual e do artista, a relação entre arte e política.

O Caderno de Saramago

Yemen Agosto 10, 2009 por José Saramago À escritora colombiana Laura Restrepo, nossa amiga pelo coração e pelas ideias, encarregou-a Médicos sem Fronteiras que viajasse ao Yemen para depois contar o que lá tivesse visto, ouvido e sentido. O relato dessa experiência foi agora publicado no “El País semanal”, uma reportagem impressionante como, em princípio, qualquer outra que se faça em África, mas que a arte de narrar de Laura, ao recusar, como é próprio da sua natureza de escritora, os efeitos emotivos de uma escrita que intencionalmente apelasse à sensibilidade do leitor, prefere expressar por uma obstinada procura de realidade directa ao alcance de poucos. As descrições da chegada dos barcos que vêm da Somália, sobrecarregados de fugitivos que esperam encontrar no Yemen a solução das dificuldades que os empurraram para o mar, são de uma rara eficácia informativa. Vêm neles os homens, as mulheres e as crianças do costume, mas Laura Restrepo não tarda a mostrar-nos como é possível falar de homens sem estar obrigado a falar das mulheres e das crianças que com eles vieram, mas que das crianças seria impossível falar se não se falasse também, e sobretudo, das mães que os trazem, às vezes ainda na barriga. As situações em que essas mulheres vão encontrar-se depois de desembarcarem no Yemen constituem um catálogo completo das humilhações morais e físicas a que estão sujeitas só pelo facto de terem nascido mulheres. Por trás de cada palavra escrita por Laura há lágrimas, gemidos e gritos que seriam capazes de nos tirar o sono se a nossa flexível consciência não se tivesse acomodado à ideia de que o mundo vai aonde querem os que o dominam e que para nós já será bastante cultivar o nosso quintal o melhor que soubermos, sem que tenhamos de preocupar-nos com o que se passa do outro lado do muro. Esta, sim, é a mais velha história do mundo. Ver vídeo da reportagem Publicado em O Caderno de Saramago | Comments Off

Only Design - Blog

Peta5 - Folhetos May 17th, 2009 | Category: Portfolio Folhetos criados para a Peta5. Utilizados durante divulgação da empresa em evento corporativo.

Site de Wilson Sukorski

Projetos & Idéias Dados Pessoais Músicas e Vídeos Textos / Links Pesquisa / Instrumentos Memória e Documentos Blog

[bb.com.br]

Os apresentações realizadas pelo projeto Arte e Tecnologia exploram as possibilidades advindas da utilização das novas tecnologias nos campos da arte, combinando pesquisa, criação e reflexão crítica sobre os usos dessas tecnologias e sobre o ambiente tecnológico da atualidade. Serão quatro encontros, de abril a julho, uma vez por mês, em que através de espetáculos, performances, workshops e palestras, artistas como Cid Campos, Lívio Tragtenberg, Wilson Sukorski, Lúcio Agra e André Vallias mostram que a arte cada vez mais tem superado resistências e despertado o interesse do grande público. No mês de abril, o compositor, músico eletrônico e performer multimídia, Wilson Sukorski, faz a palestra-show “Prisioneiros do Romantismo” e Cid Campos apresenta o espetáculo “Fala da Palavra - Musicapoesia”. A apresentação conta com as participações especiais de Adriana Calcanhoto e do poeta Augusto de Campos. AGORA COLADO POR MIM : centro cultural banco do brasil folha de são paulo ,ilustrada, página E5 QUARTA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2009 Calcanhoto se apresenta com o poeta Augusto de Campos ...projeto "Arte e Tecnologia "....

[bb.com.br]

Em Ideias o projeto Arte e Tecnologia traz música eletrônica e performances em multimídia. Dia 29 de abril, em duas apresentações. AGORA COLADO POR MIM : centro cultural banco do brasil folha de são paulo ,ilustrada, página E5 QUARTA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2009 Calcanhoto se apresenta com o poeta Augusto de Campos ...projeto "Arte e Tecnologia "....

2008

Edgard Braga

[Volta à Página Principal] Edgard Braga (Maceió AL 1897 - São Paulo SP 1985) Concluiu a Faculdade de Medicina, na Universidade do Brasil, Rio de Janeiro RJ, por volta de 1922. Nas décadas seguintes, se dedicou à profissão de médico obstetra. Foi membro-correspondente da Academia de Alagoana de Letras e publicou seu primeiro livro de poesia, A Senha, em 1935. Seguiram-se Odes (1951), Inútil Acordar (1953), Extralunário (1960), Algo (1971) e Desbragada (1984), entre outros. Em 1984 ocorreu em São Paulo SP exposição promovida pelo Centro Cultural São Paulo, com o lançamento do livro Desbragada. A poesia de Edgar Braga é concretista. Sobre sua obra, o poeta Augusto de Campos, também concretista, escreveu, no poema Algo sobre Algo: "o que espanta em edgard braga é a liberdade total da criação. que faz com que, perto de seus poemas, as mais ousadas tentativas de atualização ou rejuvenescimento de certos poetas da velha geração pareçam tímidos ensaios de recauchutagem."

ORFANATO PORTÁTIL - Marcelo Montenegro - UOL Blog

(via)
Neste meu ofício ou arte Neste meu ofício ou arte Soturna e exercida à noite Quando só a lua ulula E os amantes se deitaram Com suas dores em seus braços, Eu trabalho à luz que canta Não por glória ou pão, a pompa Ou o comércio de encantos Sobre os palcos de marfim Mas pelo mero salário Do seu coração mais raro. Não para o orgulhoso à parte Da lua ululante escrevo Nestas páginas de espuma Nem aos mortos como torres Com seus rouxinóis e salmos Mas para os amantes, braços Cingindo as dores do tempo, Que não pagam, louvam, nem Sabem do meu ofício ou arte.

poesia.net 71

(via)
Tigre! Tigre! William Blake O TYGRE Tradução: Augusto de Campos Tygre! Tygre! Brilho, brasa que a furna noturna abrasa, que olho ou mão armaria tua feroz symmetrya? Em que céu se foi forjar o fogo do teu olhar? Em que asas veio a chamma? Que mão colheu esta flamma? Que força fez retorcer em nervos todo o teu ser? E o som do teu coração de aço, que cor, que ação? Teu cérebro, quem o malha? Que martelo? Que fornalha o moldou? Que mão, que garra seu terror mortal amarra? Quando as lanças das estrelas cortaram os céus, ao vê-las, quem as fez sorriu talvez? Quem fez a ovelha te fez? Tygre! Tygre! Brilho, brasa que a furna noturna abrasa, que olho ou mão armaria tua feroz symmetrya? O TYGRE Tradução: José Paulo Paes Tygre, Tygre, viva chama Que as florestas de noite inflama, Que olho ou mão imortal podia Traçar-te a horrível simetria? Em que abismo ou céu longe ardeu O fogo dos olhos teus? Com que asas atreveu ao vôo? Que mão ousou pegar o fogo? Que arte & braço pôde então Torcer-te as fibras do coração? Quando ele já estava batendo, Que mão & que pés horrendos? Que cadeia? que martelo, Que fornalha teve o teu cérebro? Que bigorna? que tenaz Pegou-te os horrores mortais? Quando os astros alancearam O céu e em pranto o banharam, Sorriu ele ao ver seu feito? Fez-te quem fez o Cordeiro? Tygre, Tygre, viva chama Que as florestas da noite inflama, Que olho ou mão imortal ousaria Traçar-te a horrível simetria? THE TYGER Tyger! Tyger! burning bright In the forests of the night, What immortal hand or eye Could frame thy fearful symmetry? In what distant deeps or skies Burnt the fire of thine eyes? On what wings dare he aspire? What the hand, dare seize the fire? And what shoulder & what art, Could twist the sinews of thy heart? And when thy heart began to beat, What dread hand & what dread feet? What the hammer? what the chain? In what furnace was thy brain? What the anvil? what the grasp Dare its deadly terrors clasp? When the stars threw down their spears, And water'd heaven with their tears, Did he smile his work to see? Did he who made the Lamb make thee? Tyger! Tyger! burning bright In the forests of the night, What immortal hand or eye Dare frame thy fearful symmetry?