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PUBLIC MARKS from tadeufilippini with tag letras

This year

Silver Springs - Fleetwood Mac - LETRAS.MUS.BR

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Silver Springs Fleetwood Mac You could be my silver spring Blue-green colors flashing I would be your only dream Your shining over ocean crashing Don't say that she's pretty And did you say that she loved you Baby I don't want to know So I begin not to love you Turn 'round, see me running I say I loved you years ago But tell myself you never loved me no And don't say that she's pretty And did you say that she loved you Baby I don't want to know Oh no And can you tell me was it worth it Baby I don't want to know Time cast a spell on you But you won't forget me I know I could have loved you But you would not let me Time cast a spell on you But you won't forget me I know I could have loved you But you would not let me I follow you down 'till the sound Of my voice will haunt you (Give me just a chance) You'll never get away from the sound Of the woman who loves you (Was I just a fool) I follow you down 'till the sound Of my voice will haunt you (Give me just a chance) You'll never get away from the sound Of the woman who loves you (Was I just a fool)

Vale Quanto Pesa - Luiz Melodia - LETRAS.MUS.BR

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exibições 18.124 Vale Quanto Pesa Luiz Melodia Quanto você ganha pra me enganar Quanto você paga pra me ver sofrer É quanto você força pra me derreter Sou forte feito cobra coral Semente brota em qualquer local Um velho novo cartão postal, cartão postal Aquela madrugada deu em nada, deu em muito, deu em sol Aquele seu desejo me deu medo, me deu força, me deu mal Ai de mim, de nós dois Ai de mim, de nós dois Vale quanto pesa, reza a lesa de nós dois Ai de mim, de nós dois Temos um passado já marcado não podemos mentir Beijos demorados afirmados não podemos mentir Sou feito cobra coral Semente brota em qualquer local Um velho novo cartão postal, cartão postal Aquela madrugada deu em nada, deu em muito, deu em sol Aquele seu desejo me deu medo, me deu força, me deu mal

Raimundo Faoro – Wikipédia, a enciclopédia livre

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Raimundo Faoro Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa Raymundo Faoro ABL logo.svg Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Período 1 de abril de 1977 até 1 de abril de 1979 Antecessor(a) Caio Mário da Silva Pereira Sucessor(a) Eduardo Seabra Fagundes Magnum opus Os donos do poder - formação do patronato político brasileiro Dados pessoais Nascimento 27 de abril de 1925 Vacaria, RS Morte 15 de maio de 2003 (78 anos) Rio de Janeiro, RJ Alma mater Universidade Federal do Rio Grande do Sul Profissão Jurista, sociólogo, historiador, cientista político e escritor linkWP:PPO#Brasil Raimundo Faoro (na grafia arcaica, Raymundo Faoro; Vacaria, 27 de abril de 1925 — Rio de Janeiro, 15 de maio de 2003) foi um jurista, sociólogo, historiador, cientista político e escritor brasileiro. Foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de 1977 a 1979,[1] e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL).[2] É autor do livro Os Donos do Poder, em que analisa a formação sociopolítica patrimonialista do Brasil.

Viva La Vida - Coldplay - LETRAS.MUS.BR

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Viva La Vida Coldplay exibições 3.603.081 I used to rule the world Seas would rise when I gave the word Now in the morning I sleep alone Sweep the streets I used to own I used to roll the dice Feel the fear in my enemy's eyes Listened as the crowd would sing Now the old king is dead! Long live the king! One minute I held the key Next the walls were closed on me And I discovered that my castles stand Upon pillars of salt and pillars of sand I hear Jerusalem bells are ringing PUBLICIDADE inRead invented by Teads Roman Cavalry choirs is singing Be my mirror, my sword and shield My missionaries in a foreign field For some reason I can't explain Once you'd gone there was never Never an honest word That was when I ruled the world It was the wicked and wild wind Blew down the doors to let me in Shattered windows and the sound of drums People couldn't believe what I'd become Revolutionaries wait For my head on a silver plate Just a puppet on a lonely string Oh who would ever want to be king? I hear Jerusalem bells are ringing Roman Cavalry choirs are singing Be my mirror, my sword and shield My missionaries in a foreign field For some reason I can't explain I know Saint Peter won't call my name Never an honest word But that was when I ruled the world Oh, oh, ooh, oh, oh, oh Oh, oh, ooh, oh, oh, oh Oh, oh, ooh, oh, oh, oh Oh, oh, ooh, oh, oh, oh Oh, oh, ooh, oh, oh, oh Hear Jerusalem bells are ringing Roman Cavalry choirs are singing Be my mirror, my sword and shield My missionaries in a foreign field For some reason I can't explain I know Saint Peter won't call my name Never an honest word But that was when I ruled the world Tradução Adicionar à playlist Tamanho Cifra Imprimir Corrigir

Seu Polícia - Zé Neto e Cristiano - LETRAS.MUS.BR

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Seu Polícia Zé Neto e Cristiano exibições 656.629 Seu polícia, é que eu separei recentemente De paixão, eu tô doente Será que o senhor me entende? Os vizinhos tão reclamando do volume do meu som Mas enquanto ela não voltar Eu vou continuar Me afogando no álcool O som do carro no talo Manda a multa, que eu vou pagar Mas enquanto ela não voltar Sofrimento é mato Coração em pedaço Compreenda, por favor O meu amor me deixou Seu polícia, é que eu separei recentemente De paixão, eu tô doente Será que o senhor me entende? Os vizinhos tão reclamando do volume do meu som Mas enquanto ela não voltar Eu vou continuar Me afogando no álcool O som do carro no talo Manda a multa, que eu vou pagar Mas enquanto ela não voltar Sofrimento é mato Coração em pedaço Compreenda, por favor O meu amor me deixou Me afogando no álcool O som do carro no talo Manda a multa, que eu vou pagar Mas enquanto ela não voltar Sofrimento é mato Coração em pedaço Compreenda, por favor O meu amor me deixou

Chuva de Arroz - Luan Santana - LETRAS.MUS.BR

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Chuva de Arroz Luan Santana exibições 693.325 Não mudei de cidade, nem de telefone Só escolhi ser feliz É o mesmo endereço, o mesmo apartamento Em frente à igreja matriz Por isso todo mundo passa E quem nunca passou, vai passar Já tô dizendo aos meus amigos Calma que eu não vou pirar Já pirei! Me apaixonei, perdidamente E o que eu sei, é que daqui pra frente Vai ser nossa cidade, nosso telefone Nosso endereço, nosso apartamento Sabe aquela igreja? Tô aqui na frente, imaginando chuva de arroz na gente! Não mudei de cidade, nem de telefone Só escolhi ser feliz É o mesmo endereço, o mesmo apartamento Em frente a igreja matriz Por isso todo mundo passa E quem nunca passou, vai passar Já tô dizendo aos meus amigos Calma que eu não vou pirar Já pirei! Me apaixonei, perdidamente E o que eu sei, é que daqui pra frente Vai ser nossa cidade, nosso telefone Nosso endereço, nosso apartamento Sabe aquela igreja? Tô aqui na frente, imaginando chuvas Vai ser nossa cidade, nosso telefone Nosso endereço, nosso apartamento Sabe aquela igreja? Tô aqui na frente, imaginando chuva de arroz na gente!

A Primeira Vista - Chico César - LETRAS.MUS.BR

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A Primeira Vista Chico César exibições 495.077 Quando não tinha nada, eu quis Quando tudo era ausência, esperei Quando tive frio, tremi Quando tive coragem, liguei Quando chegou carta, abri Quando ouvi Prince, dancei Quando o olho brilhou, entendi Quando criei asas, voei Quando me chamou, eu vim Quando dei por mim, tava aqui Quando lhe achei, me perdi Quando vi você, me apaixonei Amarazáia zoê, záia, záia A hin hingá do hanhan Ohhh! Amarazáia zoê, záia, záia A hin hingá do hanhan Quando não tinha nada, eu quis Quando tudo era ausência, esperei Quando tive frio, tremi Quando tive coragem, liguei Quando chegou carta, abri Quando ouvi Salif Keita, dancei Quando o olho brilhou, entendi Quando criei asas, voei Quando me chamou, eu vim Quando dei por mim, tava aqui Quando lhe achei, me perdi Quando vi você, me apaixonei Amarazáia zoê, záia, záia A hin hingá do hanhan Ohhhhh! Amarazáia zoê, záia, záia A hin hingá do hanhan Quando me chamou, eu vim Quando dei por mim, tava aqui Quando lhe achei, me perdi Quando vi você, me apaixonei Amarazáia zoê, záia, záia A hin hingá do hanhan Ohhhhh! Amarazáia zoê, záia, záia A hin hingá do hanhan Ohhhhh! Amarazáia zoê, záia, záia

Chão de Estrelas - Silvio Caldas - LETRAS.MUS.BR

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Chão de Estrelas Silvio Caldas exibições 92.700 Minha vida era um palco iluminado Eu vivia vestido de dourado Palhaço das perdidas ilusões Cheio dos guizos falsos da alegria Andei cantando a minha fantasia Entre as palmas febris dos corações Meu barracão no morro do Salgueiro Tinha o cantar alegre de um viveiro Foste a sonoridade que acabou E hoje, quando do sol, a claridade Forra o meu barracão, sinto saudade Da mulher pomba-rola que voou Nossas roupas comuns dependuradas Na corda, qual bandeiras agitadas Pareciam um estranho festival Festa dos nossos trapos coloridos A mostrar que nos morros mal vestidos É sempre feriado nacional A porta do barraco era sem trinco Mas a lua, furando o nosso zinco Salpicava de estrelas nosso chão Tu pisavas nos astros, distraída Sem saber que a ventura desta vida É a cabrocha, o luar e o violão

Juízo Final - Nelson Cavaquinho - LETRAS.MUS.BR

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Juízo Final Nelson Cavaquinho exibições 197.783 O sol há de brilhar mais uma vez A luz há de chegar aos corações Do mal será queimada a semente O amor será eterno novamente É o Juízo Final A história do Bem e do Mal Quero ter olhos pra ver A maldade desaparecer

Lygia Fagundes Telles - O moço do saxofone

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O moço do saxofone Lygia Fagundes Telles Eu era chofer de caminhão e ganhava uma nota alta com um cara que fazia contrabando. Até hoje não entendo direito por que fui parar na pensão da tal madame, uma polaca que quando moça fazia a vida e depois que ficou velha inventou de abrir aquele frege-mosca. Foi o que me contou o James, um tipo que engolia giletes e que foi o meu companheiro de mesa nos dias em que trancei por lá. Tinha os pensionistas e tinha os volantes, uma corja que entrava e saía palitando os dentes, coisa que nunca suportei na minha frente. Teve até uma vez uma dona que mandei andar só porque no nosso primeiro encontro, depois de comer um sanduíche, enfiou um palitão entre os dentes e ficou de boca arreganhada de tal jeito que eu podia ver até o que o palito ia cavucando. Bom, mas eu dizia que no tal frege-mosca eu era volante. A comida, uma bela porcaria e como se não bastasse ter que engolir aquelas lavagens, tinha ainda os malditos anões se enroscando nas pernas da gente. E tinha a música do saxofone.

Pescando Letras: ANÁLISE DO CONTO ”O MOÇO DO SAXOFONE”

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ANÁLISE DO CONTO ”O MOÇO DO SAXOFONE” O conto “O moço do saxofone”, da escritora brasileira Lygia Fagundes Telles, foi escrito por volta da década de 60. No mesmo ano da escritura do conto, logo ele foi publicado no Rio de Janeiro, fazendo parte da obra Antes do Baile Verde , lançada em 1970. Lygia escreveu o seu conto numa noite do ano de 1966, quando estava num quarto de hotel em Águas de São Pedro (SP), onde se hospedava com o segundo marido, Paulo Emílio. A escritora nomeou o conto como “O moço do saxofone”, que conta a história simples de um caminhoneiro que se hospeda numa pensão. Mas o conto não demoraria tanto a ficar conhecido do público. No mesmo ano em que foi escrito, no dia 18 de junho foi publicado com destaque no Suplemento Literário que circulou de 1956 a 1974, e se tornou referência entre os cadernos do gênero no País ; Mais tarde o texto veio a ser publicado na década de 70. Nascida em 19 de abril de 1923, Lygia Fagundes Telles é imortal da Academia Brasileira de Letras desde 1985. Embora tenha começado a escrever e a publicar ficção muito cedo, quando ainda cursava Direito na USP, ela prefere considerar Ciranda de Pedra , de 1954, seu primeiro romance, o ponto de partida de sua obra adulta.

2013

FELICIDADE - Lupicínio Rodrigues (letra e vídeo)

Felicidade Lupicínio Rodrigues Felicidade foi se embora E a saudade no meu peito ainda mora E é por isso que eu gosto lá de fora Porque sei que a falsidade não vigora Lá onde eu moro tem muita mulher bonita Que usa vestido sem cinta e tem na boca um coração Cá na cidade se vê tanta falsidade Que a mulher faz sacanagem até dentro de pensão Felicidade foi se embora E a saudade no meu peito ainda mora E é por isso que eu gosto lá de fora Porque sei que a falsidade não vigora A minha casa fica lá detrás do mundo Mas eu vou em um segundo quando começo a cantar E o pensamento parece uma coisa à toa Mas como é que a gente voa quando começa a pensar Felicidade foi se embora E a saudade no meu peito ainda mora E é por isso que eu gosto lá de fora Porque sei que a falsidade não vigora Na minha casa tem um cavalo tortilho que é irmão do que é filho daquele que o Juca tem Quando eu agarro seus arreiros e lhe encilho Sou pior que limpa trilho e corro na frente do trem Felicidade foi se embora E a saudade no meu peito ainda mora E é por isso que eu gosto lá de fora Porque sei que a falsidade não vigora

CRYING IN THE RAIN - The Everly Brothers (letra e vídeo)

Crying In The Rain The Everly Brothers I'll never let you see The way my broken heart is hurting me I've got my pride and I know how to hide All my sorrow and pain I'll do my crying in the rain If I wait for cloudy skies You won't know the rain from the tears in my eyes You'll never know that I still love you so Though the heartaches remain I'll do my crying in the rain Raindrops falling from heaven Could never wash away my misery But since we're not together I'll wait for stormy weather To hide these tears I hope you'll never see Someday when my crying's done I'm gonna wear a smile and walk in the sun I may be a fool But till then, darling, you'll never see me complain I'll do my craing in the rain I'll do my crying in the rain I'll do my crying in the rain I'll do my crying in the rain

2010

O Livreiro (olivreiro) on Twitter

* Name O Livreiro * Location Brasil * Web http://www.olivre... * Bio A rede social para quem gosta de ler. 2,686 Following 5,145 Followers 350 Listed olivreiro

ASA BRANCA - Gonzaguinha (letra e vídeo)

Asa Branca Gonzaguinha Composição: Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira 1-Quando oiei a terra ardendo com a fogueira de São João Eu perguntei, a Deus do céu, ai Por que tamanha judiação(2x) 2-Que braseiro, que fornaia Nem um pé de prantação Por falta d'água perdi meu gado morreu de sede meu alazão(2x) 3-Inté mesmo a asa branca Bateu asas do sertão Entonce eu disse adeus Rosinha Guarda contigo meu coração(2x) 4-Hoje longe muitas légua Numa triste solidão Espero a chuva cair de novo Para mim vorta pro meu sertão(2x) 5-Quando o verde dos teus olhos Se espalhar na prantação Eu te asseguro não chore não, viu Que eu voltarei, viu Meu coração(2x)

2009

A FRIEND IS A FRIEND Lyrics - PETE TOWNSHEND

A Friend Is A Friend lyrics HOGARTH When eyes meet in silence A pact can be made A life-long alliance That won't be betrayed Be friendly, befriend me now A friend is a friend Nothing can change that Arguments, squabbles Can't break the contract That each of you makes To the death, to the end Deliver your future Into the hands of your friend WOODLAND CREATURES Be friendly, befriend me now HOGARTH A promise is a promise A handshake will seal it No amount of discussion Can ever repeat it Commitment forever To borrow or lend Deliver your future Into the hands of your friend BADGER When eyes meet in silence You need a pact A pact can be made A life-long alliance CROW That won't be betrayed Won't be betrayed You need a mate BADGER When facing the end You need a mate What is the fate Now facing my friend? BADGER Facing my friend What is the fate? What faces my friend? HOGARTH and WOODLAND CREATURES A friend is a friend Nothing can change that Arguments, squabbles Can't break the contract That each of you makes To the death, to the end Deliver your future Into the hands of your friend HOGARTH Be friendly, befriend me now

BEFORE MY TIME Lyrics - JOHNNY CASH

Before My Time lyrics I know that hearts were loving Long before I was here And I'm not the first to ever cry In my bed or in my beer There were songs before there was radio Of love that stays and love that goes They were writing meloncholy tunes And tearful words that rhyme Before my time Before my time There were songs in old dusty books Of love thats always been Sweet lovers in their glory Who are now gone with the wind Old fashion love words spoken then Keep coming back around again Nothings changed except the names Their love burns just like mine Before my time Before my time And in the dim of yesterday I can clearly see That flesh and blood cried out to someone As it does in me And there was some old song that said I love you 'til I die Before my time Before my time But what the old time masters had Is what I feel for you Love is love and doesn't change In a century or two If someway they had seen and knew How it would be for me and you They'd wish for love like yours And they would wish for love like mine Before my time Before my time

LOU REED - THE DAY JOHN KENNEDY DIED LYRICS

I dreamed I was the president of these United States I dreamed I replaced ignorance, stupidity and hate I dreamed the perfect union and a perfect law, undenied And most of all I dreamed I forgot the day John Kennedy died I dreamed that I could do the job that others hadn't done I dreamed that I was uncorrupt and fair to everyone I dreamed I wasn't gross or base, a criminal on the take And most of all I dreamed I forgot the day John Kennedy died Oh, the day John Kennedy died Oh, the day John Kennedy died I remember where I was that day, I was upstate in a bar The team from the university was playing football on TV Then the screen went dead and the announcer said, "There's been a tragedy There's are unconfirmed reports the president's been shot and he may be dead or dying." Talking stopped, someone shouted, "What!?" I ran out to the street People were gathered everywhere saying, did you hear what they said on TV And then a guy in a Porsche with his radio hit his horn and told us the news He said, "The president's dead, he was shot twice in the head in Dallas, and they don't know by whom." I dreamed I was the president of these United States I dreamed I was young and smart and it was not a waste I dreamed that there was a point to life and to the human race I dreamed that I could somehow comprehend that someone shot him in the face Oh, the day John Kennedy died Oh, the day John Kennedy died Oh, the day John Kennedy died Oh, the day John Kennedy died

ASSIM SEJA, AMÉM - Gonzaguinha (letra)

Assim seja, Amém Gonzaguinha Composição: Gonzaguinha & Miltinho Inda me lembro quando mãe dizia: "A paciência sempre é bom guardar" Meu pai, então, do canto respondia: "O nosso exemplo deve te bastar" Minha mão calava E calada chorava E chorando vinha me pegar Me pegava e abraçava E abraçando falava Esta vida eu sei que um dia vai mudar A professora me repreendia "Quem não estuda não come merenda" Mas lá em casa meu pai me acudia "Não há aquele que com que fome aprenda" Minha mãe... ...mudar E de ditado em ditado ouvindo De dia em dia a vida encheu seu taco Até parece que foi mesmo ontem E ainda repito o dito dos retratos Minha mãe... ...mudar O meu maior pede uma bicicleta A mãe diz pra ter fé me Deus dará Eu do meu canto digo: eu só fiz isso Então, sentei aqui pra não cansar Minha mulher se cala E calada chora E baixinho, pede pra eu me acalmar A nós só resta a morte Aos filhos toda a sorte Esta vida eu sei que um dia vai mudar E quem quiser que invente outra estória Pois essa estória eu já conheço bem Acaba sempre de volta ao começo É viciada nesse vai e vem