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This year

Casa Victoriana

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A casa Victoriana, fabricante de pães, bolos e biscoitos artesanais há 15 anos, inaugura sua loja de fábrica, onde você encontra as mesmas delicias que já estão à venda no mercado, como torradas com alho, com azeite e orégano, pães para hot-dog, hambúrgueres, croissants, pães para lanches, biscoitos e broinhas de fubá. Encontra também novos produtos, sempre com a qualidade e tradição da Casa Victoriana. Aceitamos encomendas para festas e eventos. Horário de Funcionamento (exceto feriados): 2º feiras de 14h as 18h 3º feiras a 6º feiras de 9h as 12h e de 13:30 as 18h Sábados de 9h as 14h Av. Prof. Gioia Martins, 275 Jd. Monte Kemel - São Paulo – SP CEP: 05632-020 Telefone: 3743-7275

Produtos - Patriopan - Pães e Doces

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Beirutes Médios Patriopan Este da foto é o Beirute Barretos: picanha fatiada, queijo, ovo, presunto, bacon, alface e tomate. Mais opções de sabores você encontra em nosso cardápio. Venha nos visitar e saborear esta delícia!

2009

2008

YouTube - Canal de POESIAVOA

POESIAVOA Estilo: VLog Participante desde: 11 de dezembro de 2006 Último acesso: 1 dia atrás Vídeos assistidos: 686 Inscritos: 68 Exibições do canal: 5540 Difusion channel to POESIA VOA - Poetry Fest (directed by Tavinho Paes & Bruno Cattoni), annually released in Rio de Janeiro, at the Human Rights International Day: 10th March. Canal de difusão do Festival Poesia Voa (dirigido por Tavinho Paes & Bruno Cattoni)- Circo Voador/Rio de Janeiro [Brasil]. EDITION 1.0: 23 - 27 nov. 2005 EDITION 2.0: 10 - 12 dec. 2006 (Wolrd Social Forum) Nome: POESIAVOA More info at the link below Mais informações no site a seguir Cidade: Rio de Janeiro Cidade natal: Rio de Janeiro País: Brasil Site: http://www.poemashow.com.br Denunciar violação de imagem de perfil

poesia.net 71

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Tigre! Tigre! William Blake O TYGRE Tradução: Augusto de Campos Tygre! Tygre! Brilho, brasa que a furna noturna abrasa, que olho ou mão armaria tua feroz symmetrya? Em que céu se foi forjar o fogo do teu olhar? Em que asas veio a chamma? Que mão colheu esta flamma? Que força fez retorcer em nervos todo o teu ser? E o som do teu coração de aço, que cor, que ação? Teu cérebro, quem o malha? Que martelo? Que fornalha o moldou? Que mão, que garra seu terror mortal amarra? Quando as lanças das estrelas cortaram os céus, ao vê-las, quem as fez sorriu talvez? Quem fez a ovelha te fez? Tygre! Tygre! Brilho, brasa que a furna noturna abrasa, que olho ou mão armaria tua feroz symmetrya? O TYGRE Tradução: José Paulo Paes Tygre, Tygre, viva chama Que as florestas de noite inflama, Que olho ou mão imortal podia Traçar-te a horrível simetria? Em que abismo ou céu longe ardeu O fogo dos olhos teus? Com que asas atreveu ao vôo? Que mão ousou pegar o fogo? Que arte & braço pôde então Torcer-te as fibras do coração? Quando ele já estava batendo, Que mão & que pés horrendos? Que cadeia? que martelo, Que fornalha teve o teu cérebro? Que bigorna? que tenaz Pegou-te os horrores mortais? Quando os astros alancearam O céu e em pranto o banharam, Sorriu ele ao ver seu feito? Fez-te quem fez o Cordeiro? Tygre, Tygre, viva chama Que as florestas da noite inflama, Que olho ou mão imortal ousaria Traçar-te a horrível simetria? THE TYGER Tyger! Tyger! burning bright In the forests of the night, What immortal hand or eye Could frame thy fearful symmetry? In what distant deeps or skies Burnt the fire of thine eyes? On what wings dare he aspire? What the hand, dare seize the fire? And what shoulder & what art, Could twist the sinews of thy heart? And when thy heart began to beat, What dread hand & what dread feet? What the hammer? what the chain? In what furnace was thy brain? What the anvil? what the grasp Dare its deadly terrors clasp? When the stars threw down their spears, And water'd heaven with their tears, Did he smile his work to see? Did he who made the Lamb make thee? Tyger! Tyger! burning bright In the forests of the night, What immortal hand or eye Dare frame thy fearful symmetry?

2006