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2018

Paulo Vanzolini – Wikipédia, a enciclopédia livre

(via)
Paulo Vanzolini Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa Paulo Vanzolini Paulo Vanzolini em 2008, no palco da Virada Cultural em São Paulo Nascimento Paulo Emílio Vanzolini 25 de abril de 1924 São Paulo, São Paulo Morte 28 de abril de 2013 (89 anos) São Paulo, São Paulo Nacionalidade brasileiro Causa da morte Pneumonia Campo(s) Zoologia Paulo Emílio Vanzolini (São Paulo, 25 de abril de 1924 — São Paulo, 28 de abril de 2013) foi um zoólogo e compositor brasileiro, autor de famosas canções como "Ronda", "Volta por Cima" e "Na Boca da Noite". Foi um dos idealizadores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e ativo colaborador do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo que, com seu trabalho, aumentou a coleção de répteis de cerca de 1,2 mil para 230 mil exemplares.[1] Adaptou a Teoria dos Refúgios a partir de estudos conjuntos com o geógrafo Aziz Ab'Saber e com o norte-americano Ernest Williams. Refúgio foi o nome dado ao fenômeno detectado nas expedições de Vanzolini pela Amazônia, quando o clima chega ao extremo de liquidar com uma formação vegetal, reduzindo-a a pequenas porções. Assim formam-se espaços vazios no meio da mata fechada.

2013

FELICIDADE - Lupicínio Rodrigues (letra e vídeo)

Felicidade Lupicínio Rodrigues Felicidade foi se embora E a saudade no meu peito ainda mora E é por isso que eu gosto lá de fora Porque sei que a falsidade não vigora Lá onde eu moro tem muita mulher bonita Que usa vestido sem cinta e tem na boca um coração Cá na cidade se vê tanta falsidade Que a mulher faz sacanagem até dentro de pensão Felicidade foi se embora E a saudade no meu peito ainda mora E é por isso que eu gosto lá de fora Porque sei que a falsidade não vigora A minha casa fica lá detrás do mundo Mas eu vou em um segundo quando começo a cantar E o pensamento parece uma coisa à toa Mas como é que a gente voa quando começa a pensar Felicidade foi se embora E a saudade no meu peito ainda mora E é por isso que eu gosto lá de fora Porque sei que a falsidade não vigora Na minha casa tem um cavalo tortilho que é irmão do que é filho daquele que o Juca tem Quando eu agarro seus arreiros e lhe encilho Sou pior que limpa trilho e corro na frente do trem Felicidade foi se embora E a saudade no meu peito ainda mora E é por isso que eu gosto lá de fora Porque sei que a falsidade não vigora

2008

Ná Ozzetti

Meu bem, meu bem Você tem que acreditar em mim Ninguém pode destruir assim um grande amor Não dê ouvidos à maldade alheia, e creia Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo Meu bem, meu bem Use a inteligência uma vez só Quantos idiotas vivem só, sem ter amor E você vai ficar também sozinha, eu sei porque Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo Quantas vezes eu tentei falar Que no mundo não há mais lugar Pra quem toma decisões na vida sem pensar Conte ao menos até três, se precisar conte outra vez Mas pense outra vez, meu bem, meu bem, meu bem, eu te amo Meu bem, meu bem Sua incompreensão já é demais Nunca vi alguém tão incapaz de compreender Que o meu amor é bem maior que tudo que existe Mas sua estupidez não lhe deixa ver Que eu te amo Tanto Trombone: Participação Especial de Raul de Souza Violões: Dante Ozzetti Baixo Acústico: Gabriel Violino Spala: Alexandre Ramires de Vicente Violinos: Altamira Tea Bueno Salinas, Jorge Salim, Rui Sérgio Gabriel Salles, Airton Adelino T. Pinto, Josemar Gonçalves Moreira, Helena Akiko Imasato, Mário Lima Peotta Violas: Glauco Masahiro Imasato, Akira Terasaki, Marcos Fukuda, Hector Eduardo Pace Violoncelos: Cristina Manisco, Isidoro Cardoso Trompa: Mário Sérgio Cardoso Arranjo e Regência: Dante Ozzetti

Ná Ozzetti

Eu sei que me disseram por aí E foi pessoa séria quem falou Você tava com saudade de me ver passar por aí Eu sei que você disse por aí Que não tava muito bem seu novo amor Você tava mais querendo era me ver passar por aí Pois é, esse samba é pra você, ô, meu amor Esse samba é pra você Que me fez sorrir, que me fez chorar Que me fez sonhar, que me fez feliz Que me fez amar Violão e Piano: Dante Ozzetti Baixo: Chantily Bateria: Duda Neves Bongô e Vaso: Edimilson A. Forni Coro: Ná Ozzetti Trumpete, Flugelhorn: Cláudio Farias e Junior Galante Sax Barítono, Sax Tenor, Sax Soprano, Flauta: Lino Simão Sax Tenor, Sax Soprano: Otavio Bangla Trombone: Itacyr Bocato Jr. Arranjo: Dante Ozzetti Arranjo Vocal: Ná Ozzetti

2007

~*~muitOfOfO~*~: Setembro 2005

(via)
Dr. e os sapos: continuação Você faz parte... Agora só falta ouvir a música. A incrível história de Dr. Rusch e os sapos envenenados de Paulo Tatit "Na América do Sul tem um pais chamado Brasil onde acontecem coisas incríveis e nos vamos contar como é que o naturalista Augusto Ruschi se tratou da doença terrível que ele pegou dos sapos venenosos. Dr. Augusto Ruschi, o naturalista e os sapos venenosos. Ele era naturalista porque gostava da natureza, estudava a natureza, entendia os bichos, as matas, as formigas, os passarinhos... e defendia a natureza! Não deixava ninguém derrubar árvores, queimar florestas, poluir rios, matar e arrancar a pele dos animais, não deixava. Dr. Augusto Ruschi, mais vale um pássaro voando que dois na mão. Mas antes de contar onde, como e porque os sapos venenosos envenenaram o Dr. Ruschi, quero vem quem adivinha qual o bicho que ele mais gostava. Dou-lhe uma, ... dou-lhe duas... dou-lhe três... o beija-flor! Beija-flor das fadas; vermelho; saíra; besouro; pardo; d'água; do mato; de penacho; comum; em geral. Mas um dia, ... um dia ele estava sozinho na floresta e vieram os sapos, os sapos venenosos! Primeiro ele parou e viu aqueles sapos escondidos... ai ele falou: - "Que sapos bonitos, vou estudar estes sapos" e levou alguns sapos para examinar melhor na casa dele! ih! Mas ele não sabia que aquele tipo de sapo quando ficava nervoso, irritado, soltava um veneno terrível que podia ser mortal! Cuidado Ruschi! Chiii, agora ele estava envenenado! Dr. Augusto Ruschi, o naturalista, envenenado! Ai, ai, ai. Tentou os hospitais, as farmácias e drogarias, consultou médicos, falou com cientistas, especialistas, tomou remédio, fez dieta, fez de tudo, mas nada, nada, nada adiantava. E o Dr. Augusto Ruschi, o naturalista, envenenado... Nesses casos assim tão graves, só se alguém tiver uma grande idéia e pensar uma coisa diferente, e pensar o que pouca gente pensa... E foi assim que um poeta lá do Rio, pediu ao Presidente do Brasil, pra falar com o cacique dos índios (é claro, o cacique dos índios!) E veio o cacique Raoni E veio o pajé Sapaim Trouxeram as ervas lá do alto Xingu Umas ervas estranhas pra chuchu E disseram: "Viemos curar professor amigo do índio e dos bichos". E disseram e fizeram a pajelança. Medicina de índio, pajelança. Fumaram cigarros, deram banho de ervas, esfregaram as mãos, fizeram massagem... retiraram o veneno... curaram! E todo mundo viu no jornal e TV, todo mundo acompanhou pelas fotografias. A gente via e ele lia ao lado dos dois amigos: Raoni, Sapaim. E o Dr. Ruschi, o naturalista pôde então concluir o seu trabalho; feliz ele foi atras de uns beija-flores que faltavam pra completar seu livro: BEIJA-FLOR de papo branco, da mata virgem, de topete, de colarinho da cordilheira, grande, Brasil. " Voz, Violão e Vocal: Paulo TatitFlauta: Hélio ZiskindPercussão: Pedro MourãoBateria: Gal Oppido - Perdoem algum furo, pois há muitas coisas que estou conhecendo agora! posted by Ruth Iara at 12:26 PM Comment (0) | Trackback (0)

Cuitelinho

(via)
Cuitelinho (Folclore recolhido por Paulo Vanzolini e Antônio Xandó) Cheguei na beira do porto Onde as onda se espaia As garça dá meia volta E senta na beira da praia E o cuitelinho não gosta Que o botão de rosa caia, ai, ai Ai quando eu vim da minha terra Despedi da parentáia Eu entrei no Mato Grosso Dei em terras paraguaia Lá tinha revolução Enfrentei fortes batáia, ai, ai A tua saudade corta Como aço de naváia O coração fica aflito Bate uma, a outra faia E os óio se enche d'água Que até a vista se atrapáia, ai...

Alice Ruiz - Contato

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Ná Ozzetti

Eu sei que me disseram por aí E foi pessoa séria quem falou Você tava com saudade de me ver passar por aí Eu sei que você disse por aí Que não tava muito bem seu novo amor Você tava mais querendo era me ver passar por aí Pois é, esse samba é pra você, ô, meu amor Esse samba é pra você Que me fez sorrir, que me fez chorar Que me fez sonhar, que me fez feliz Que me fez amar Violão e Piano: Dante Ozzetti Baixo: Chantily Bateria: Duda Neves Bongô e Vaso: Edimilson A. Forni Coro: Ná Ozzetti Trumpete, Flugelhorn: Cláudio Farias e Junior Galante Sax Barítono, Sax Tenor, Sax Soprano, Flauta: Lino Simão Sax Tenor, Sax Soprano: Otavio Bangla Trombone: Itacyr Bocato Jr. Arranjo: Dante Ozzetti Arranjo Vocal: Ná Ozzetti NÁ OZZETTI Músicas: 1 SUA ESTUPIDEZ 2 NÓS 3 AH! 4 NO RANCHO FUNDO 5 DIO COME TI AMO 6 SÓCRATES BRASILEIRO 7 A OLHOS NUS 8 LIBRA 9 CARDÁPIO BARRA PESADA 10 ORFEU 11 DIVA

Ná Ozzetti

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