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PUBLIC MARKS from tadeufilippini with tags poetry & poesy

May 2010

Casa das Rosas

(via)
Bem-vindo ao site da Casa das Rosas A Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura - é um local de celebração da poesia, da literatura e da arte em geral. Localizada no coração de São Paulo, a Casa serve de cenário para a efervescência da vida cultural, sendo um espaço onde a arte literalmente acontece. Leia mais

Confined Love by John Donne

Confined Love Some man unworthy to be possessor Of old or new love, himself being false or weak, Thought his pain and shame would be lesser If on womankind he might his anger wreak, And thence a law did grow, One might but one man know; But are other creatures so? Are Sun, Moon, or Stars by law forbidden To smile where they list, or lend away their light? Are birds divorced, or are they chidden If they leave their mate, or lie abroad a-night? Beasts do no jointures lose Though they new lovers choose, But we are made worse than those. Who e'er rigged fair ship to lie in harbours And not to seek new lands, or not to deal withal? Or built fair houses, set trees, and arbors, Only to lock up, or else to let them fall? Good is not good unless A thousand it possess, But dost waste with greediness. John Donne

A Broken Appointment by Thomas Hardy

You did not come, And marching Time drew on, and wore me numb. Yet less for loss of your dear presence there Than that I thus found lacking in your make That high compassion which can overbear Reluctance for pure lovingkindness' sake Grieved I, when, as the hope-hour stroked its sum, You did not come. You love not me, And love alone can lend you loyalty; -I know and knew it. But, unto the store Of human deeds divine in all but name, Was it not worth a little hour or more To add yet this: Once you, a woman, came To soothe a time-torn man; even though it be You love not me. A Broken Appointment Thomas Hardy (1840-1928 / Dorchester / England)

Poet: Thomas Hardy - All poems of Thomas Hardy

Thomas Hardy (1840-1928 / Dorchester / England) Biography Poems Quotations Comments More Info Stats

March 2010

Poet: Henry David Thoreau - All poems of Henry David Thoreau

Henry David Thoreau (1817 - 1862 / Boston / United States) Biography Poems Quotations Comments More Info Stats

Mist by Henry David Thoreau

Low-anchored cloud, Newfoundland air, Fountain head and source of rivers, Dew-cloth, dream drapery, And napkin spread by fays; Drifting meadow of the air, Where bloom the dasied banks and violets, And in whose fenny labyrinth The bittern booms and heron wades; Spirit of the lake and seas and rivers, Bear only purfumes and the scent Of healing herbs to just men's fields! Henry David Thoreau Mist Henry David Thoreau (1817 - 1862 / Boston / United States)

ACONTECIMENTOS: Jorge Luis Borges: "Los justos"

(via)
Los justos Un hombre que cultiva su jardín, como quería Voltaire. El que agradece que en la tierra haya música. El que descubre con placer una etimología. Dos empleados que en un café del Sur juegan un silencioso ajedrez. El ceramista que premedita un color y una forma. El tipógrafo que compone bien esta página, que tal vez no le agrada. Una mujer y un hombre que leen los tercetos finales de cierto canto. El que acaricia a un animal dormido. El que justifica o quiere justificar un mal que le han hecho. El que agradece que en la tierra haya Stevenson. El que prefiere que los otros tengan razón. Esas personas, que se ignoran, están salvando el mundo. Os justos Um homem que cultiva seu jardim, como queria Voltaire. O que agradece que na terra haja música. O que descobre com prazer uma etimologia. Dois empregados que num café do Sur jogam um silencioso xadrez. O ceramista que premedita uma cor e uma forma. O tipógrafo que compõe bem esta página, que talvez não lhe agrade. Uma mulher e um homem que lêem os tercetos finais de certo canto. O que acaricia um animal adormecido. O que justifica ou quer justificar um mal que lhe fizeram. O que agradece que na terra haja Stevenson. O que prefere que os outros tenham razão. Essas pessoas, que se ignoram, estão salvando o mundo.

February 2010

Annabel Lee - Edgard Allan Poe / Fernando Pessoa

FERNANDO PESSOA ANNABEL LEE * (by Edgar Allan Poe) It was many and many a year ago, In a kingdom by the sea, That a maiden there lived whom you may know By the name of Annabel Lee; And this maiden she lived with no other thought Than to love and be loved by me. I was a child and she was a child, In this kingdom by the sea; But we loved with a love that was more than love- I and my Annabel Lee; With a love that the winged seraphs of heaven Coveted her and me. And this was the reason that, long ago, In this kingdom by the sea, A wind blew out of a cloud, chilling My beautiful Annabel Lee; So that her highborn kinsman came And bore her away from me, To shut her up in a sepulchre In this kingdom by the sea. The angels, not half so happy in heaven, Went envying her and me- Yes!- that was the reason (as all men know, In this kingdom by the sea) That the wind came out of the cloud by night, Chilling and killing my Annabel Lee. But our love it was stronger by far than the love Of those who were older than we- Of many far wiser than we- And neither the angels in heaven above, Nor the demons down under the sea, Can ever dissever my soul from the soul Of the beautiful Annabel Lee. For the moon never beams without bringing me dreams Of the beautiful Annabel Lee; And the stars never rise but I feel the bright eyes Of the beautiful Annabel Lee; And so,all the night-tide, I lie down by the side Of my darling, my darling, my life and my bride, In the sepulchre there by the sea, In her tomb by the sounding sea. * This poem was translated to portuguese by Fernando Pessoa

Annabel Lee - Edgard Allan Poe / Fernando Pessoa

(via)
FERNANDO PESSOA ANNABEL LEE * (de Edgar Allan Poe) Foi há muitos e muitos anos já, Num reino de ao pé do mar. Como sabeis todos, vivia lá Aquela que eu soube amar; E vivia sem outro pensamento Que amar-me e eu a adorar. Eu era criança e ela era criança, Neste reino ao pé do mar; Mas o nosso amor era mais que amor -- O meu e o dela a amar; Um amor que os anjos do céu vieram a ambos nós invejar. E foi esta a razão por que, há muitos anos, Neste reino ao pé do mar, Um vento saiu duma nuvem, gelando A linda que eu soube amar; E o seu parente fidalgo veio De longe a me a tirar, Para a fechar num sepulcro Neste reino ao pé do mar. E os anjos, menos felizes no céu, Ainda a nos invejar... Sim, foi essa a razão (como sabem todos, Neste reino ao pé do mar) Que o vento saiu da nuvem de noite Gelando e matando a que eu soube amar. Mas o nosso amor era mais que o amor De muitos mais velhos a amar, De muitos de mais meditar, E nem os anjos do céu lá em cima, Nem demônios debaixo do mar Poderão separar a minha alma da alma Da linda que eu soube amar. Porque os luares tristonhos só me trazem sonhos Da linda que eu soube amar; E as estrelas nos ares só me lembram olhares Da linda que eu soube amar; E assim 'stou deitado toda a noite ao lado Do meu anjo, meu anjo, meu sonho e meu fado, No sepulcro ao pé do mar, Ao pé do murmúrio do mar. Fernando Pessoa * Traduzido de Annabel Lee, de Edgard Allan Poe, ritmicamente conforme com o original.

January 2010

December 2009

November 2009

Cecília Meireles: Retrato "Eu não tinha este rosto de... - Pensador

"Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil: Em que espelho ficou perdida a minha face?"

August 2009

September 2008

cep 20.000 - centro de experimentação poética - UOL Blog

ALLES LES BLEUS !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! eu estou chegando atrasado na festa dos Azuis. Já tem uma temporada que elers queriam fazer o CEP. Me deram um CDemo uma vez. Gostei deles, mas meus ouvidos desafinados gostaram meio mais ou menos. Ficaram no limbo. Eles tem um fôlego de sete gatos. Continuaram na estrada. Mudaram esse ou aquele. Esses dias fizeram o CEP na marra. Lá no Jockey. Junto com o Monstros do Ula Ula. Abriram com Paint it Black, seminal dos Stones. Podiam parar por ali. Já seriam a melhor banda do planeta da última quinzena. Mas tocaram mais. Muito mais. Hoje para mim, são a melhor banda do planeta dos últimos plenilúnios. Aí fui lá na casa-virtual de Cecília Luiza e roubei esse vídeo. Os Azuis são demais e fecharão o próxinmo CEP, dia 25 de setembro, uma QUINTA FEIRA às 20 hs. E ainda por cim,a, tem Splash, uma banda que nunca vi. aqui um vídeo cultuado d' Os Azuis : http://www.youtube.com/watch?v=qrb20uyr614

WWW.FPESSOA.COM.AR .::. Navegar É Preciso

(via)
Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa: "Navegar é preciso; viver não é preciso."(*) Quero para mim o espirito desta frase, transformada A forma para a casar com o que eu sou: Viver não É necessario; o que é necessario é criar. Nao conto gozar a minha vida; nem em goza-la penso. Só quero torna-la grande, ainda que para isso Tenha de ser o meu corpo e a minha alma a lenha desse fogo. Só quero torna-la de toda a humanidade; ainda que para isso Tenha de a perder como minha. Cada vez mais assim penso. Cada vez mais ponho Na essencia animica do meu sangue o propósito Impessoal de engrandecer a pátria e contribuir Para a evolução da humanidade. É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça. Navegantes antiguos tenían una frase gloriosa: "Navegar es preciso; vivir no es preciso."(*) Quiero para mí el espíritu de esta frase, transformada La forma para casarla con lo que yo soy; Vivir no Es necesario; lo que es necesario es crear. No cuento gozar mi vida; ni en gozarla pienso. Sólo quiero tornarla grande, pese a que para eso Tenga que ser mi cuerpo y mi alma la leña de ese fuego. Sólo quiero tornarla de toda la humanidad; pese a que para eso Tenga que perderla como mia. Cada vez más así pienso. Cada vez más pongo En la esencia anímica de mi sangre el propósito Impersonal de engrandecer la patria y contribuir Para la evolución de la humanidad. Es la forma que en mí tomó el misticismo de nuestra Raza. Fernando Pessoa (*) Nota de Soares Feitosa: "Navigare necesse; vivere non est necesse" - latim, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC., dita aos marinheiros, amedrontados, que recusavam viajar durante a guerra, cf. Plutarco, in Vida de Pompeu. Nota de Soarez Feitosa: "Navigare necesse; vivere non est necesse" - latin, frase de Pompeyo, general romano, 106-48 A.C., dicha a los marineros, amedrentados, que recusaban viajar durante la guerra, cf. Plutarco, en Vida de Pompeyo. ©2003-08-14 by Sebastián Santisi, all rights reserved. Revision: 15/12/2005.

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