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02 May 2008 09:15

ruy ohtake e sua filha elisa

RUY OHTAKE E SUA FILHA ELISA Ruy Ohtake é a prova de que talento também é coisa de família. Um dos mais significativos nomes da arquitetura contemporânea é filho da consa-gradíssima artista plástica Tomie Ohtake. “Para mim existem duas atividades realmente importantes na vida: o trabalho e o desenvolvimento de uma família. Fazer com que a relação familiar, à base de amor, afeto, incentivo, resulte na transmissão de valores básicos para a vida social, como a fraternidade e a dignidade. A família também é fun-damental na definição do interesse pela cultura e pela produção cultural. Ela vai além da informação acadêmica, podendo estimular uma postura mais criativa e investigativa”. Elisa Ohtake, 23, estuda teatro desde a adolescência, tendo se iniciado nas artes cênicas no Teatro Escola Celia Helena. Rodrigo Ohtake, 17, que não aparece na foto, porque viajou DE férias, está terminando o segundo grau para fazer Arquitetura, como o pai. Elisa: “Admiro a generosidade com que meu pai lida com seu trabalho e com os filhos. Nossa relação não veio pronta. É uma conquista diária estimulante. Sem contar que é muito gostoso ter um pai entusiasmado como o meu”. Ruy: “É muito bom cada um ter uma personalidade definida e conviver bem com as diferenças entre nós. Admiro, na Elisa, sua paixão pela leitura e um certo desprezo por aquilo que é considerado normal . Ela espera mais das pessoas e da vida. Apesar de ter apenas 17 anos, Rodrigo é um grande companheiro. Torcemos juntos pelo São Paulo Futebol Clube e admiro nele, além do companheirismo, a grande facilidade que tem para os estudos”. “Entre as boas coisas que fazemos juntos, destaco nossos almoços de domingo, onde se conversa de tudo que não for papo de condomínio, tipo problemas com empregada, consertos etc. Curtimos também nossos passeios pelas mostras de arte importantes da cidade, que o Rodrigo geralmente escolhe, E o último révEillon em Nova York, no China Grill, onde dançamos e brincamos a noite toda, com direito a bulir com mesas de mulheres bonitas, como a de uma russa, de passagem pela cidade – foi realmente inesquecível” relembra Ruy.